Está com um problema imensurável? Seu filho dopou, roubou e estuprou sua bisavó? Seu tio matou seu morcego de estimação e tomou seu sangue em um copo de geléia de mocotó? Não chore! Resolva isso friamente com uma dose de relatividade. Como o mundo seria diferente se algumas pessoas encarassem problemas exponenciais com a relatividade, elas brincariam mais (e consequentemente ririam mais), filosofariam mais, criticariam mais sua forma de vida, matariam mais (estou falando de relatividade, não?), diminuiria os suicídios… Infelizmente a maioria das pessoas nem sabem o que é uma variável (isso aí), quanto mais relatividade (talvez se o Bial citasse sobre relatividade teríamos um documentário no Fantástico).
Nada inteligente para falar sobre natal

Em homenagem ao papai noel:
Papai Noel Filho da Puta Rejeita os miseráveis
Eu quero matá-lo Aquele Porco Capitalista
Presenteia os Ricos Cospe nos pobres
Mas nós vamos sequestrá-lo E Vamos matá-lo
Por que?
Aqui não existe natal
Por Que?
Technologic – Daft Punk
Atualmente as pessoas do planeta vivem condicionadas as tecnologias viciantes, que surgem a cada piscar de olhos. Atire a primeira pedra quem nunca “baleiou” ou melhor, “twitou”, mandou scraps pelo orkut e/ou baixou musicas pela internet, seja via pc ou celular ?
Estávamos trabalhando em nosso sampler, e exatamente às 9:09 do dia 9 de setembro de 1999, ele explodiu. Quando recuperamos a consciência, descobrimos que havíamos nos tornado robôs.
Os gostos musicais, a geração z.
Para demonstração da minha indignação, me basei pelo velho e querido rock:
Rock antes:
Rock agora:
A droga da internet no Brasil
O presidente da Associação dos Engenheiros em Telecomunicações (AET), Ruy Bottesi, veio com esta entrevista cedida a Info, provar com os argumentos que ainda não tenho, o que todo brasileiro já sabe: A internet no Brasil é uma merda. Caso você não tenha preguiça de ler as cinco páginas, vai notar que o foco das críticas dele é o serviço speed, da telefônica, então não preciso reescrever sobre, só peço que leia o link, para ficar contextualizado.
Música trial
Desde que cheguei no sul do Brasil notei que aqui gostam de rítmos de batuque. Por aqui o pessoal gosta de funk e algumas músicas eletrônicas que parecem ter uma única batida. É o mesmo de sempre, os jovens retardados passam pela rua com um som equipado com um carro, demonstrando todo o seu poder aquisitivo pesadamente trabalhado e investido. Em um dia qualquer desses, prestei um pouco atenção às letras ( que também são repetitivas até o final da música), mas não foi pela letra em si, e sim em um anúncio que havia na música, do próprio DJ que tocava no momento. Partindo do pressuposto de que a música foi comprada (pressuposto utopicamente pensado por mim, e obiviamente errado), o que um anúncio, com direito a número de telefone, site, e outros contatos fazia na própria “música”? Sinceramente, acho apelo demais, e falta de capacitação, no mínimo. Creio que o trabalho bem feito é reconhecido, e não se torna necessário venda de músicas “trial” para isso.
Microglossário: Trial, DJ
Reflexão
Em um surto de lembranças musicais, hoje, me passou pela cabeça os anos 90, quando nasci, na geração X. Lembrei mais das bandas nacionais, com quase excessão das músicas melosas e “românticas” como as do Jota Quest e Skank. As bandas que me fizeram escrever este post foram as mais “polêmicas” e curiosamente as que não existem mais, como por exemplo Planet Hemp. Engajado no assunto ‘Planet Hemp’, vou citar uma música que ouvi hoje, e que ironicamente não é do Planet Hemp, mas lembra a banda: Maresia, de Gabriel o ‘pensador’. A letra da dessa música é interessante, o compositor ironiza a complexa situação do quadro da legalização da maconha de forma divertida e ritmada, levando o ouvinte comum a ter certos tipos de reflexão (antes de esquecer e cair na rotina). Notória também é a ironia aplicada aos governantes, o que era comum na década de 90, que não se esforçam em manter a paz, o que é perceptível até hoje, pois só ouvi falar em Rio de Janeiro seguro, no tempo de Pan-americano.
Olá, mundo!
Este blog começa agora. Herdamos o legado do blog opinar.zzl.org que por um curtíssimo período de tempo, foi nosso blog. Agora repostamos tudo o que foi publicado, o ex-blog vai continuar no ar, pelo menos enquanto o servidor gratuito não sair do ar.
